Com a chegada do verão e das altas temperaturas, é natural que os tutores busquem formas de refrescar seus pets — e muitas famílias acabam compartilhando momentos de lazer na piscina com seus animais. Embora pareça uma atividade divertida e inofensiva, é importante saber que piscinas podem oferecer riscos sérios para cães e gatos se alguns cuidados não forem tomados.
Neste artigo, você vai entender os principais perigos, como preveni-los e como aproveitar o verão com segurança ao lado do seu pet.
Os principais riscos das piscinas para pets
1. Afogamento
Mesmo cães que sabem nadar podem entrar em pânico ao cair na água inesperadamente, ter dificuldade para encontrar a borda ou se cansar ao nadar por muito tempo.
Filhotes, idosos, animais braquicefálicos (como Pug, Bulldog e Shih Tzu) e pets com mobilidade reduzida têm risco ainda maior.
2. Intoxicação por produtos químicos
Piscinas costumam conter cloro e outros produtos de tratamento que, se ingeridos, podem causar:
- vômito
- diarreia
- irritação nos olhos
- alergias na pele
- intoxicação grave em casos extremos
3. Otites e irritações na pele
A entrada de água nos ouvidos é um grande gatilho para otites, especialmente em cães de orelhas longas ou com predisposição à inflamação.
O contato constante com água e produtos químicos também pode causar:
- coceira
- irritação
- ressecamento da pele
4. Choque térmico
Após sair da piscina, o pet pode entrar em ambiente muito quente ou muito frio, aumentando o risco de choque térmico — principalmente no verão intenso.
Cuidados essenciais para garantir a segurança do pet
1. Supervisão constante
Nunca deixe o pet sozinho próximo à piscina. Mesmo animais acostumados podem escorregar ou cair acidentalmente.
2. Ensine o acesso seguro
Mostre sempre ao pet onde fica a rampa, degrau ou saída correta da piscina. Essa simples orientação pode salvar vidas.
3. Use coletes salva-vidas
Para cães pequenos, idosos ou braquicefálicos, o colete é uma excelente forma de prevenção.
4. Lave o pet após o banho de piscina
Retire o cloro do pelo e seque bem as orelhas para evitar alergias e otites.
5. Água sempre limpa e tratada corretamente
Evite produtos muito fortes que possam irritar a pele ou mucosas do pet.
E lembre-se: não permita que ele beba a água da piscina.
6. Controle a exposição ao sol
Evite brincadeiras nos horários de maior calor e ofereça sempre sombra e água fresca.
Meu pet ingeriu água da piscina ou está passando mal: o que fazer?
Se notar qualquer sinal como:
- vômitos
- diarreia
- irritação na pele
- dificuldade de respiração
- convulsões
- apatia extrema
- cheiro forte de cloro no hálito
procure atendimento veterinário imediatamente.
Reações químicas podem evoluir rapidamente e precisam de avaliação profissional.
A piscina pode ser um momento de diversão para o pet, mas exige responsabilidade. Com as orientações certas, você garante um verão mais seguro, refrescante e cheio de boas lembranças ao lado do seu companheiro.
Conte com o Hospital Veterinário Dr. Drummond
Se o seu pet apresentou algum sintoma após entrar na piscina, ingerir água tratada ou demonstrar sinais de estresse ou otite, estamos aqui para ajudar!
O Hospital Veterinário Dr. Drummond oferece estrutura completa, equipe experiente e atendimento 24 horas, garantindo suporte imediato em qualquer situação.
Estamos prontos para cuidar do seu pet em todos os momentos do ano inclusive no verão!

